Dragão do Mar celebra 27 anos com programação gratuita em Fortaleza
O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura celebra seus 27 anos com uma programação gratuita entre os dias 23 e 26 de abril, em Fortaleza. :contentReference[oaicite:0]{index=0}
Com o tema “Não existe Chico sem Matilde”, a edição deste ano propõe uma reflexão sobre as raízes que sustentam a história e a cultura cearense, destacando a figura de Matilde Maria da Conceição, mãe de Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
Programação diversa e gratuita
Ao longo de quatro dias, o público poderá acompanhar uma programação que reúne música, cinema, artes cênicas, tradição e economia criativa, ocupando diferentes espaços do centro cultural. :contentReference[oaicite:2]{index=2}
A abertura, no dia 23, conta com o Dragão das Encantarias, com apresentações de grupos ligados a saberes ancestrais, além do encontro entre a Orquestra Cabulosa e a Orquestra Popular do Nordeste no projeto Chora Iracema. :contentReference[oaicite:3]{index=3}
O cinema também integra a programação com a Sessão Supermemórias, dedicada ao diretor Kleber Mendonça Filho, e a Mostra Fortalezas, que reúne produções sobre a cidade e seus territórios. :contentReference[oaicite:4]{index=4}
Música e artes cênicas
Os shows acontecem em diferentes espaços, com atrações que transitam entre o popular e o contemporâneo. Entre os destaques estão apresentações de Priscila Senna, Karina Buhr, Cidadão Instigado e artistas da cena local. :contentReference[oaicite:5]{index=5}
Nas artes cênicas, espetáculos como “Ramadança”, “Vazante” e “Vozes Bárbaras” abordam temas como memória, corpo e ancestralidade. :contentReference[oaicite:6]{index=6}
Economia criativa e atividades formativas
A programação inclui ainda iniciativas voltadas à economia criativa, como a Feira Auê e o Fuxico Dragão, além de atividades formativas, como oficinas e o percurso educativo Expresso Dragão. :contentReference[oaicite:7]{index=7}
Homenagem à ancestralidade
O tema desta edição destaca a importância de figuras historicamente invisibilizadas, como Matilde, associando sua trajetória à construção de legados coletivos e à resistência cultural.
A proposta reforça o papel do Dragão do Mar como espaço de valorização da memória, da diversidade e da produção artística contemporânea.

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